Em dezembro de 2000, os Estados Unidos aprovaram o
“Children’s Internet Protection Act”, também conhecido como
CIPA, que exige que escolas e bibliotecas subsidiadas pelo governo
federal possuam uma tecnologia que garanta que menores não tenham
acesso a conteúdos obscenos, pornografia infantil e outros conteúdos
a eles inapropriados. Assim, os estabelecimentos acabaram por adotar
filtros, visando evitar o contato dos alunos com tais materiais.
Devido
ao fato de filtros e outras tecnologias serem imperfeitos, e poderem,
inclusive, acabar por filtrar recursos educacionais úteis, alguns
ainda defendiam a adoção de soluções paralelas ao problema. Neste
sentido foi aprovado o “Child Online Protection Act” (COPA) e
criada uma comissão para estudar métodos de redução do acesso de
menores a materiais de cunho sexualmente explícito. A comissão,
formada por representantes da indústria de tecnologia e serviços
online, importantes agências federais, grupos defensores dos
direitos de crianças e adolescentes, grupos religiosos, educadores e
bibliotecários, concluiu que uma combinação de fatores (ações
técnicas, legais, econômicas e educacionais) seria a melhor
solução.

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